terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como limpar seu capacete 

Limpeza Externa: Nunca use produto em embalagem aerosol para limpar seu capacete, eles contêm substâncias que danificam os orifícios de ventilação e o visor.
A melhor maneira de se livrar das foligens e de sujeiras causadas pela poluição é limpando com água morna e sabão neutro.
Cuidado com os insetos; Se não removê-los o mais rápido possível, grudarão na superfície e poderão manchá-la, para remoção utilize um papel toalha com água, ao secar passe um pano seco e limpo para dar acabamento.
Use uma escova de dentes com água morna e sabão neutro para limpar os orifícios de ventilação e lubrifique o visor com óleo de silicone pelo menos uma vez ao ano.

Limpeza Interna: A maioria dos capacetes foram projetados com forro removível, nesse caso, retire o forro e lave em água morna, não utilize máquina de lavar, escorra o excesso de água e deixe secar à sombra.
Lave o casco do capacete com xampu infantil, eles não possuem sais e substâncias químicas, que podem danificar o material interno.
Deixe o casco secar ao ar livre, não use secador de cabelo diretamente no capacete, o ar quente poderá derreter a camada protetora.

domingo, 3 de novembro de 2013

Dicas para manter o correto funcionamento dos freios 

- Verificar e ajustar a folga dos manetes e pedais conforme o manual do proprietário da motocicleta;

- No caso de freio dianteiro a tambor é recomendável observar o estado do cabo de acionamento, se necessita de lubrificação ou troca.

- Ruídos metálicos vindos das rodas é sinal de que as pastilhas estão gastas e podem danificar os discos;

- No caso de freios a tambor, conferir a regulagem dos freios próxima ao cubo das rodas;

- Regular a “altura” do manete conforme a preferência do piloto, em motos com regulagem do manete;

- Verificar o nível de fluido de freio em motos com freio a disco; 

- Conferir se o sistema de freios produz algum ruído incomum. É sinal de avarias no sistema;

- Colocar a motocicleta no cavalete central (se tiver) e girar as rodas para conferir se há algum empeno nos discos; 

- Freios com acionamento “borrachudo” muitas vezes tem solução realizando sangria do sistema de fluido de freio.

Tipos de Frios de Moto

Sistema de Freios CBS

A PCX tem uma tecnologia bastante interessante que, pelo menos eu, nunca tinha visto nas scooters, o CBS - Combined Break System - que equilibra o uso dos freios da motoca... mais seguro e tecnológico.

O freio dianteiro a disco, com 220mm e 3 pistões, da conta do recado tranquilamente.... o pistão do meio só é acionado junto com o freio traseiro. Explico:

Você usa o manete direito (freio dianteiro) e as duas pinças externas são acionadas. Normal.... quando usa o manete esquerdo (freio traseiro), além do tambor traseiro funcionar com seus 130mm de diâmetro, é acionada também a pinça central do freio dianteiro. Legal, né?

Esse é o sistema CBS - Combined Brake System - que utiliza dois cilindros mestres. Ou seja, mesmo que você utilize somente o freio traseiro, o dianteiro também sera acionado, fazendo com que as frenagens sejam sempre equilibradas, alinda que a melhor opção é sempre utilizar os dois manetes.

Freios ABS

Não há como contestar que frear uma motocicleta é uma "arte" difícil de ser dominada. Mesmo entre gente experiente ao guidão, hábil na condução de motos dos mais diversos tipos e tamanhos, não é comum encontrar quem conheça as técnicas mais corretas para o delicado momento da frenagem.
Uma coisa é frear uma moto em pista seca, no plano, e com pavimentação boa. Bem diferente é fazê-lo em chão escorregadio, na descida e com garupa. Estas situações extremas exigem atitudes diferentes nos comandos de freio, coisa que não se aprende na moto-escola e nem mesmo no uso contínuo e diário.
A proporção de força preconizada para ser aplicada nos comandos é de 70% no dianteiro e 30% no traseiro. Porém, como descrito no início, as condições de piso, carga e até mesmo o tipo de moto podem alterar esta proporção.

Freios a Tambor

Em motos antigas ou de baixa cilindrada o sistema de freio utilizado é a tambor. Sua manutenção é mais barata, porém sofrem mais em condições adversas como chuva e freios mal regulados. Há o mito de que os freios a tambor são ineficazes. Mas se bem regulados funcionam tão bem quanto o sistema a disco. 

No caso de entrar água dentro do tambor as lonas podem acumular sujeira e gerar ruídos durante a frenagem. Também há o risco de vitrificação da lona, ou seja: a lona perde a aspereza necessária para entrar em atrito com o cubo da roda, diminuindo o poder de frenagem. Para reverter essa situação, basta lixar as lonas com uma lixa de ferro para voltarem a ficar ásperas. O trabalho pode ser feito em casa ou na oficina.

Freios a Disco 

Os freios a disco, utilizados em motos mais potentes, são compostos basicamente por pastilhas, pistão, fluido de freio e disco. Seu funcionamento é hidráulico. Ou seja, ao acionar o manete ou o pedal, o fluido de freio se move em direção a pastilha e “empurra” o pistão; esse, por sua vez move a pastilha para entrar em contato com o disco.

Motos com freios a disco oferecem uma resposta mais rápida que o sistema a tambor, mas o motociclista também gasta mais em sua manutenção. Por ficarem expostos os discos estão sujeitos a avarias.



Conheça as três fases de uma frenagem

Não se trata aqui de explicar todos os detalhes do momento da frenagem de emergência e por isso não importa agora quantos dedos são usados para puxar o manete dianteiro ou qualquer outro detalhe desse tipo. Aqui o importante é como fazer a moto parar no momento e espaço que se apresentam na circunstância de emergência, levando-se em consideração que trata-se de uma técnica de pilotagem defensiva e não esportiva.
Antes de mais nada, é preciso entender uma coisa óbvia, mas que muitos não atentam. Não é o freio que pára a moto, mas o atrito dos pneus com o solo. Os freios param somente as rodas, mas isso não significa que a moto irá parar também.
Nas frenagens o freio dianteiro é o mais preciso e importante. Isso é bem simples de entender, pois se é o atrito do pneu que faz parar a moto, então o maior atrito será sempre do pneu dianteiro, já que o peso do piloto junto com a inércia da moto mais o peso da moto, tudo é transferido sempre para a frente, deixando a traseira mais leve e quase sem atrito. Por isso é que a moto sai de traseira quando se pisa forte no pedal de freio, pois o atrito é pequeno.
Veja o exemplo de uma moto de 1000 cm³, que pesa entre 170 e 185 kg  mais o piloto, equipada com freios ABS, suspensão e pneus perfeitos e bem calibrados, que aciona os freios em pista reta com asfalto bom e seco. No momento em que se usam os dois freios – mais forte na dosagem no freio dianteiro e menos força na dosagem no freio traseiro -, esta moto percorrerá 28 metros até parar! Aí eu pergunto: Sua moto possui freios ABS? As suspensões estão em perfeitas condições? E os pneus estão bons e calibrados corretamente?
Numa moto em situação normal, sem ABS, a sensibilidade do piloto na mão e no pé substituirá o ABS e tentará compensar as más condições de piso e as eventuais imperfeições dos pneus ou da calibragem. Assim, nas frenagens emergenciais, jamais se deve usar a força no freio dianteiro de modo agressivo e repentino. O ideal é dosar a força dos dedos no manete dianteiro de uma forma progressiva e paulatina até chegar o curso total do manete. Claro, a teoria é linda. A maioria dos motociclistas ao fazerem este teste comentam que “dá um medão danado pois parece que a moto vai jogar você de boca no chão ou vai escorregar de frente…”.

sábado, 2 de novembro de 2013

Dicas de seguranças para Motociclistas 

1. Ande sempre equipado. 

Você já leu e ouviu isso muitas vezes, mas já parou para pensar no que significa? Andar equipado é mais do que usar corretamente o capacete. É ter proteção para os olhos, mãos, pés, tornozelos, joelhos e cotovelos. Na estrada e na cidade, pois a maioria dos acidentes acontece em áreas urbanas.

Lembre-se que o clima quente não justifica negligências com a segurança. Para enfrentar o calor procure escolher o equipamento mais arejado que encontrar. 


2. Farol aceso o tempo todo, seja dia ou noite.

Lembre-se que, a 40 metros de distância, uma motocicleta pode sumir do campo visual do motorista até mesmo atrás do tercinho pendurado dentro do carro. Por isso, muitas vezes você está fora do foco dos motoristas. O farol da moto aceso ajuda a torná-lo mais visível. Roupas e capacete de cores claras também ajudam.

3. Concentração é fundamental. 

A moto é mais rápida e menos visível que os demais veículos. Só isso bastaria para exigir muita concentração. Mas tem outra questão. Ela combina pouca segurança passiva com boa segurança ativa. Trocando em miúdos, em geral a moto tem mais facilidade que um carro para livrar-se de situações difíceis (segurança ativa). Mas se o acidente acontecer (segurança passiva), o piloto estará menos protegido do que o motorista.

Para que possa usufruir da segurança ativa, o piloto tem de estar atento o tempo todo. Só assim ele pode usar todos os recursos que a moto possui para evitar acidentes. Até aquele antigo ensinamento, que diz "na dúvida, acelere", só vale se você estiver atento! Por isso, tudo que atrapalha a concentração constitui perigo para o motociclista, principalmente a pressa, o nervosismo, o cansaço e o álcool.

4. Pilote de forma defensiva. 

A atitude defensiva no trânsito significa dirigir por você e pelos outros, antecipar-se em relação aos erros alheios e demais riscos. Pense que, uma vez envolvido em um acidente, pouco adianta provar que a culpa foi de outra pessoa. Aí o piloto já estará dentro do gesso (na melhor das hipóteses). Então, aprenda a antever as imprudências e erros dos outros.

5. Conheça as ameaças mais comuns. 

Quando você anda de moto, está sujeito a situações de potencial risco típicas desse veículo. É preciso conhecê-los para saber evitá-los. Um dos principais são as freqüentes fechadas que sofremos no trânsito. Muitas vezes os motoristas não têm intenção de fazer isso, eles apenas não percebem a moto por perto. A atitude mais segura é ter sempre o pressuposto de que o motorista não está vendo sua moto. Mantenha margem de manobra.

Não se esqueça de outros pequenos imprevistos que, para um motociclista, são uma ameaça. Um pedestre distraído, um cachorro atrapalhado, um pássaro em rota de colisão com a viseira ou fios/cordas atravessando seu caminho podem provocar acabar com o seu passeio. Necessário destacar que existe a praga das linhas de pipa. Uma linha perdida, deslizando sobre a pele, pode ser um susto embaraçoso. Se ela for revestida com cerol, pode ser fulminante. Corta como uma navalha voadora. No caso de cerol, não confie na proteção de materiais como couro ou náilon (aliás, já estão à venda no mercado hastes metálicas protetoras para instalação no guidão da moto, parecidas com antenas de rádio). 

6. Desenvolva o autocontrole. 

Acelerar uma motocicleta pode ser tão gostoso e excitante a ponto de o prazer embotar a noção de prudência. Por isso, sem autocontrole você pode ser vítima de si mesmo. Adrenalina é legal, mas na hora e no lugar certos. De preferência, num circuito próprio para altas velocidades. 

7. Identifique as armadilhas do solo. 

Em cima de duas rodas não tem jeito. Se você for traído pelo solo numa curva, é provável que vá comprar chão. Piso molhado, areia solta, buracos, costela de vaca e, principalmente, óleo na pista. Esses obstáculos podem estar onde você menos espera. Lembre-se que, na curva, o alcance da visão é pequeno. Também é nas curvas e rotatórias que ônibus e caminhões com tanques cheios derramam diesel.

Produtos escorregadios também podem soltar-se da carga (coisas como grãos, leite ou frutas no chão significam perigo de derrapagem). 

8. Viajar à noite, não. 

Pode ser que um dia tenhamos condições propícias para viagens noturnas. Por enquanto, não temos. Pra começar, a maioria das motos não tem iluminação eficiente, embora os fabricantes já comecem a corrigir esse problema em alguns modelos de última geração. Além disso, viseira de capacete não tem limpador. Imagine-se à noite, sob chuva, com a luz dos faróis refletida na viseira molhada. A lama que os caminhões jogam na viseira também atrapalha a visão. Mas o pior de tudo é que a maior parte das rodovias brasileiras é precária e mal sinalizada, não permitindo uma viagem segura durante a noite. 

9. Olhe para a frente. 

De tão óbvia, tal recomendação seria cômica se o motivo não fosse trágico. Muita gente se espantaria se houvesse um sensor capaz de acusar quantas vezes desviamos os olhos enquanto pilotamos. Seja para ver um outdoor, identificar uma moto diferente que passa, observar um tumulto na esquina, "filmar" uma gatinha maravilhosa, admirar a paisagem ou para conversar com o garupa. Uma quantidade considerável de acidentes acontece naquele exato momento em que o piloto detém os olhos no retrovisor ou em algum ponto que não seja à sua frente.

10. Assaltos, um perigo a mais. 
Como se não bastassem todos esses cuidados e os "abusos" que sofremos no trânsito, agora temos mais um problema. Os assaltantes estão de olho em nossas motos, sejam elas pequenas ou grandes, nacionais ou importadas. Infelizmente, não há muito o que fazer. Reagir não é aconselhável. Acelerar para escapar é outro risco. Então, se estiver sozinho, evite locais onde os assaltantes tenham facilidade de atacar. Geralmente eles usam outra moto para abordar as vítimas.

Fique atento sempre que alguma moto com dois ocupantes estiver se aproximando. Quando estacionar, procure escolher locais menos vulneráveis e use algum dispositivo anti-furto na moto. 

Pensamento positivo 

Depois de ler essas dicas, você poderá dizer: "se eu sair por aí só pensando em quedas e acidentes, vou acabar caindo mesmo!" 

De fato. Se você se concentrar no tombo, tem boa chance de cair. Aliás, acontece algo parecido sempre que o piloto quer se desviar de um buraco mas, em vez de olhar para o desvio, fixa os olhos no obstáculo. Vai passar sobre o buraco, com certeza.

O segredo é simples: mentalize as reações corretas, pense sempre na conduta segura e não naquilo que você pode fazer de errado. 


Cuidados com a corrente da sua moto

Manutenção da corrente é fundamental para aumentar a sua longevidade e de toda a transmissão. Permite assim poupar dinheiro e também obter da mota um comportamento mais fluido e agradável, já para não falar no que diz respeito à segurança.

Com que frequência se deve lubrificar a corrente?

No manual da moto deve constar de quantos em quantos quilómetros deve a corrente ser lubrificada. A verdade é que não é possível dizer um intervalo de quilómetros fixo a cada qual a corrente deve ser lubrificada porque vai depender de muitos factores como o clima, temperatura, tipo de uso que se dá àmoto, onde é guardada e outros. Por exemplo com tempo chuvoso a lubrificação da corrente deve ser feita mais frequentemente porque a água retira o lubrificante. O importante é saber analisá-la para determinar se precisa de ser lubrificada.
Outro aspecto importante é lubrificar a corrente antes de uma viagem longa.

Como saber se a corrente precisa de lubrificação?

Uma corrente lubrificada tem um aspecto húmido. Se ao analisar a corrente esta estiver seca e baça é sinal que precisa de ser lubrificada.


Como limpar a corrente

A limpeza da corrente antes da lubrificação é importante para retirar a sujidade que se agarrou ao lubrificante como poeiras e areias que apenas estão a aumentar o atrito no movimento dos elos da corrente. Mas é importante saber como limpá-la correctamente pois pode-se obter o contrário do efeito desejado e acabar por danificar a corrente.


 Yamaha MT-09


com motor de três cilindros em linha e estilo naked, vai chegar ao mercado em setembro, já como modelo 2014.
A engenharia da montadora optou por sacrificar uma parte subjetiva, para investir em outra concreta. O motor tem 847cm³ de cilindrada, injeção eletrônica de combustível, quatro válvulas por cilindro e refrigeração líquida, que desenvolve 115cv a 10.000rpm e torque de 8,9kgfm a 8.500rpm. O acelerador é eletrônico e o motor conta com três possibilidades de mapeamento: modo Standard (normal); o A, em que toda a potência e torque estão disponíveis para uma condução esportiva, e o modo B, quando a entrega de potência e torque são mais suaves para situações com o piso escorregadio, ou chuva, por exemplo.